segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Linguagem Corporal

A maior parte das pessoas concorda que a palavra pronunciada constitui o método usual de comunicação frente a frente. Indubitavelmente, supomos que a comunicação oral é o meio mais eficiente de permutar informação, no entanto, isto depende da capacidade do emissor em expressar a intenção de forma precisa e do receptor em ouvir de modo eficiente, totalmente à parte da compreensão da mensagem.
"Os olhos conversam tanto quanto as línguas que utilizamos, com a vantagem de que o dialeto ocular, embora não precise de dicionário, é entendido no mundo todo". (Ralph Wando Emerson)
De acordo com pesquisas, o impacto de uma mensagem sobre o ouvinte está relacionado:
07% - palavras (o que a pessoa diz)
38% - tom de voz, inflexão ( a maneira como fala)
55% - corpo, olhos, mãos, braços, pernas, dedos (expressão e gestos)
Num processo de comunicação há um emissor, um receptor e, um meio, pelo qual a mensagem é propagada. Esse meio ou canal pode ser verbal, corporal e escrito.
Por outro lado, qualquer mensagem, por mais trivial que seja, sofre um processo de perda e dissipação ou, de exacerbação e distorção, dependendo do mundo interno do receptor. Armadilhas é que não faltam.
A brincadeira do telefone sem fio, por exemplo. Uma pequena mensagem transmitida serialmente de boca a boca, por certo número de indivíduos, vai sofrendo alterações ao longo do percurso, até chegar ao final com sentido bem diferente da origem.
Conclusão: mesmo mensagens simples, em pequeno circuito, sofrem alterações surpreendentes.
Baudelaire dizia: "O mundo gira através dos mal-entendidos."Quem busca o amplo conhecimento não pode ficar alheio à linguagem corporal e ao efeitos que essa linguagem exerce sobre as pessoas com quem entra em contato. O ditado "Uma imagem fala por mil palavras" refere-se à linguagem corporal.


Baudelaire dizia: "O mundo gira através dos mal-entendidos."Quem busca o amplo conhecimento não pode ficar alheio à linguagem corporal e ao efeitos que essa linguagem exerce sobre as pessoas com quem entra em contato. O ditado "Uma imagem fala por mil palavras" refere-se à linguagem corporal. Também precisa ficar ciente dos conflitos provocados se o corpo expressa uma atitude que as palavras tentam contradizer.
Falar e compreender a linguagem não verbal de quem se comunica com você é importante, pois se for apenas pela informação falada, o processo está incompleto.


As comunicações são o centro gravitacional de todas as atividades humanas. Literalmente nada acontece sem que haja prévia comunicação.
Um grande número de problemas pode ser ligado à falta de comunicação - saber qual é o problema já é ter meia solução.
COMUNICACÃO é troca de ENTENDIMENTO, e ninguém entende ninguém sem considerar além das palavras, as emoções e a situação em que fazemos a tentativa de tornar comuns conhecimentos, ideias, instruções ou qualquer outra mensagem, seja ela verbal, escrita ou corporal.


            Qual é o caminho para as comunicações?

Um erro comum é o de emitir instruções por escrito e acreditar que sua interpretação será, assim, mais precisa e que não haverá possibilidade de problemas. Temos plena necessidade de tanto verificar a receptividade de uma instrução escrita como a de examinar o entendimento de instruções verbais.

As recompensas das boas comunicações são grandes, mas difíceis são os meios de se obtê-las, para isto sempre esteja atento às bases para a boa comunicação.



             Bases da comunicação.


  • Saber Ouvir - Demonstre estar apto a ouvir informações mesmo que desagradáveis e críticas, procurando vê-las de forma construtiva. Escute, ouça atentamente, demonstrando interesse pelo que está sendo apresentado, não interrompa desnecessariamente.
  • Examine o ponto criticado - Seja humilde e examine o ponto criticado para dar crédito às boas ideias e ao trabalho sincero. Ao receber críticas, procure extrair os aspectos positivos e construtivos. Posteriormente analise e estabeleça procedimentos de ajuste e/ou correções.
  • Evite termos técnicos - Não use gírias e evite termos técnicos que podem atrapalhar na comunicação, se for imprescindível o seu uso, explique qual o significado dos termos usados. Você pode estar falando com alguém que quer entender o que você está falando e não consegue, provavelmente na próxima vez ele não o procurará. Use uma linguagem que descreva a realidade.
  • Esclareça suas ideias - Esclareça suas ideias antes de transmiti-las, faça com que elas sejam precisas. Analise se as suas ideias estão coerentes com o que se deseja transmitir.
  • Expresse o seu interesse - Entre frequentemente em contato com as pessoas e escute. Expresse seu interesse pelos seus problemas e escute. Questione o interlocutor, peça detalhes.
  • Ações X Informações - Demonstre que ações são tomadas baseadas em informação, caso contrário o pessoal pensará que não valeu a pena o tempo e o esforço despendidos para manter o fluxo de comunicação. Execute suas ações com base nas informações adquiridas e validadas.
  • Suas ações apoiam o que você diz? - Suas ações refletem o que você pensa e diz para os outros.
  • Procure ser objetivo- Seja objetivo, não faça rodeios, mesmo que a mensagem seja o que as pessoas não gostariam de ouvir.
  • Que mensagem  quero transmitir? - Trace qual é o objetivo da mensagem, o que você deseja que os receptores da mensagem absorvam, qual é o verdadeiro propósito da comunicação.
  • A quem vou me dirigir? - Antes de transmitir alguma informação, procure conhecer qual vai ser o público. A quem você quer afetar e qual é o momento adequado. Se necessário, PREPARE-SE.
  • Consulte outras pessoas- Consulte outras pessoas para planejar as comunicações, peça opiniões, lembre que aqueles que o ajudam a planejar, com certeza o apoiarão.
  • Como transmitir? - Como você deve transmitir a sua mensagem, esteja atento a sua tonalidade de voz, da receptividade de quem ouve, bem como da linguagem que você irá utilizar.
  • Verifique se foi entendido- Sempre verifique se você foi entendido, faça perguntas, pergunte o que foi entendido e não se a pessoa entendeu. Após transmitir a informação, faça perguntas como: O que você entendeu? Você poderia repetir o que eu transmiti?
  • Suas ações - Esteja certo de suas ações apoiam aquilo que você diz, lembre que ações falam mais alto do que palavras.
  • Entendimento - Procure não só ser compreendido como compreender, seja um bom ouvinte não só para os significados explícitos, mas também para os implícitos.
  • Compartilhe - Compartilhe tanta informação quanto for possível, isto trará ganhos para todos os envolvidos.
  • "FEEDBACK" - O retorno de informações é importante para manter seus parceiros atualizados nos processos e atividades de interesse comum, sempre retorne a informação, mostre os resultados e ações consequentes de informação recebida anteriormente.






 

   

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Um fato cotidiano (nada corriqueiro)

   Outro dia,eu estava andando pela praça quando vi um mendigo junto a um cachorro,um cachorro bem cuidado.
  Vi também que, o mendigo estava comendo mas,muita pouca comida,mas mesmo com tão pouca comida o mendigo deu metade para o cachorro,então,decidi ir perguntar ao homem porque, mesmo tendo pouca comida ele ainda dava metade ao cachorro,ele me disse:
- Fico feliz se puder ajudar ao menos ao cachorro com as condições que tenho.

   Depois de um tempo, parei para pensar e cheguei a uma conclusão,antigamente, o mendigo era rodeado de amigos,quando ele ficou com problemas financeiros o unico amigo que lhe restou foi o cachorro.

domingo, 12 de agosto de 2012

Colocação Pronominal


É a parte da gramática que trata da correta colocação dos pronomes oblíquos átonos na frase.
Embora na linguagem falada a colocação dos pronomes não seja rigorosamente seguida, algumas normas devem ser observadas, sobretudo, na linguagem escrita.

Dicas:
Existe uma ordem de prioridade na colocação pronominal: 1º tente fazer próclise, depois mesóclise e em último caso, ênclise.

PrócliseÉ a colocação pronominal antes do verbo. A próclise é usada:

1) Quando o verbo estiver precedido de palavras que atraem o pronome para antes do verbo. São elas:

a) Palavras de sentido negativo: não, nunca, ninguém, jamais, etc.

Ex.: Não se esqueça de mim.

b) Advérbios. 
Ex.: Agora se negam a depor.

c) Conjunções subordinativas. 
Ex.: Soube que me negariam.

d) Pronomes relativos. 
Ex.: Identificaram duas pessoas que se encontravam desaparecidas.

e) Pronomes indefinidos. 
Ex.: Poucos te deram a oportunidade.

f) Pronomes demonstrativos. 
Ex.: Disso me acusaram, mas sem provas.

2) Orações iniciadas por palavras interrogativas. 
Ex.: Quem te fez a encomenda?

3) Orações iniciadas por palavras exclamativas. 
Ex.: Quanto se ofendem por nada!

4) Orações que exprimem desejo (orações optativas). 
Ex.: Que Deus o ajude.

MesócliseÉ a colocação pronominal no meio do verbo. A mesóclise é usada:

1) Quando o verbo estiver no futuro do presente ou futuro do pretérito, contanto que esses verbos não estejam precedidos de palavras que exijam a próclise. 
Exemplos:

Realizar-se-á, na próxima semana, um grande evento em prol da paz no mundo.
Não fosse os meus compromissos, acompanhar-te-ia nessa viagem.

ÊncliseÉ a colocação pronominal depois do verbo. A ênclise é usada quando a próclise e a mesóclise não forem possíveis:

1) Quando o verbo estiver no imperativo afirmativo. 
Ex.: Quando eu avisar, silenciem-se todos.

2) Quando o verbo estiver no infinitivo impessoal. 
Ex.: Não era minha intenção machucar-te.

3) Quando o verbo iniciar a oração. 
Ex.: Vou-me embora agora mesmo.

4) Quando houver pausa antes do verbo. 
Ex.: Se eu ganho na loteria, mudo-me hoje mesmo.

5- Quando o verbo estiver no gerúndio.

Ex.: Recusou a proposta fazendo-se de desentendida.

Dicas:
O pronome poderá vir proclítico quando o infinitivo estiver precedido de preposição ou palavra atrativa.
Exemplos:

É preciso encontrar um meio de não o magoar.
É preciso encontrar um meio de não magoá-lo.

Colocação pronominal nas locuções verbais
1) Quando o verbo principal for constituído por um particípio

a) O pronome oblíquo virá depois do verbo auxiliar. 

Ex.: Haviam-me convidado para a festa.

b) Se antes da locução verbal houver palavra atrativa, o pronome oblíquo ficará antes do verbo auxiliar.
Ex.: Não me haviam convidado para a festa.

Dicas:
Se o verbo auxiliar estiver no futuro do presente ou no futuro do pretérito, ocorrerá a mesóclise, desde que não haja palavra atrativa antes dele. 

Ex.: Haver-me-iam convidado para a festa.

2) Quando o verbo principal for constituído por um infinitivo ou um gerúndio:

a) Se não houver palavra atrativa, o pronome oblíquo virá depois do verbo auxiliar ou depois do verbo principal. 
Exemplos:

Devo esclarecer-lhe o ocorrido/ Devo-lhe esclarecer o ocorrido.
Estavam chamando-me pelo alto-falante./ Estavam-me chamando pelo alto-falante.

b) Se houver palavra atrativa, o pronome poderá ser colocado antes do verbo auxiliar ou depois do verbo principal. Exemplos:

Não posso esclarecer-lhe o ocorrido./ Não lhe posso esclarecer o ocorrido.
Não estavam chamando-me./ Não me estavam chamando.

Observações importantes:
Emprego de o, a, os, as

1) Em verbos terminados em vogal ou ditongo oral, os pronomes: o, a, os, as não se alteram.
Exemplos:

Chame-o agora.
Deixei-a mais tranquila.

2) Em verbos terminados em r, s ou z, estas consoantes finais alteram-se para lo, la, los, las. Exemplos:

(Encontrar) Encontrá-lo é o meu maior sonho.
(Fiz) Fi-lo porque não tinha alternativa.

3) Em verbos terminados em ditongos nasais (am, em, ão, õe, õe,), os pronomes o, a, os, as alteram-se para no, na, nos, nas.Exemplos:

Chamem-no agora.
Põe-na sobre a mesa.

4) As formas combinadas dos pronomes oblíquos: mo, to, lho, no-lo, vo-lo, formas em desuso, podem ocorrer em próclise, ênclise ou mesóclise. 
Ex.: Ele mo deu. (Ele me deu o livro)
Fonte:http://www.portugues.com.br/gramatica/colocacao-pronominal-.html

Analisando as orações subordinadas adjetivas

Assimilar com veemência os conhecimentos adquiridos é, sobretudo, uma questão um tanto quanto complexa. Quando se trata dos assuntos relacionados aos conteúdos gramaticais, a problemática tende a se perpetuar ainda mais. 

Dada a complexidade da qual estes se perfazem, muitas vezes chegamos à conclusão de tê-los compreendido, contudo não os apreendemos da forma como deveria, posto que “apreender” possui um significado mais amplo. Retrata, antes de tudo, assimilarmos o porquê dos fatos, analisados sob sua mais ínfima essência. 

Tais pressupostos nos subsidiaram para contextualizarmo-nos ao caso das orações subordinadas adjetivas.Por que restritivas e por que explicativas? Seria somente pela presença da vírgula?
Certamente que se nos apoiarmos neste pressuposto, teremos uma noção muito vaga acerca do assunto. Assim sendo, nada que uma boa explicação não nos permita compartilhar um pouco mais dos “encantos” revelados pela linguagem, não é mesmo? Então partiremos para entender como realmente se dá tal ocorrência. 

O fato é que devemos partir do princípio de que as orações subordinadas adjetivas restritivas relacionam-se a um a conjunto de seres, e que deste conjunto saem subconjuntos que a ele se relacionam. Observe:

Os cães que são  peludos saíram pela porta dos fundos. 
Ora, há uma infinidade de cães com características próprias: peludos, com poucos pelos, grandes, de pequeno porte, etc. 

Por isso, o discurso ora retratado restringe-se somente àqueles dotados do referido perfil – peludos. Daí a denominação de restritivas. 

Já as adjetivas explicativas não se caracterizam somente pelo sinal de pontuação, há algo mais a que devemos nos atentar. Veja: 

Recife, que é a capital pernambucana, desfruta de inúmeras opções de lazer.Obviamente que se trata de uma explicação a mais ora atribuída à cidade em questão, mas a verdade é que todos sabem que ela é a capital do estado pernambucano, isto é, faz parte de uma verdade universal, razão pela qual se explica o fato de serem explicativas.

Fonte:http://www.portugues.com.br/gramatica/analisando-as-oracoesubordinadas-adjetivas.html

Agente da passiva

Um fato que por vezes se torna mais e mais comprovado é a questão de os conteúdos gramaticais se apresentarem interligados entre si, ou seja, um assunto decorre de um do qual já temos conhecimento, o outro também, e assim sucessivamente. 

Esse que trataremos a seguir nos remete a uma das flexões apresentadas pela classe gramatical representada pelos verbos – a flexão de voz –, uma vez que ela indica a relação que ocorre entre o sujeito de um verbo e o processo que esse verbo expressa. Nesse sentido, analisemos: 

O aluno resolveu a questão.
Temos que o sujeito se revela por “O aluno”;

Resolveu – predicado;

A questão – objeto direto, pois complementa o sentido do verbo resolver.
Podemos também observar que o referido sujeito, além de ocupar tal posição, pratica a ação expressa pelo verbo, ou seja, a ação de resolver a questão. Daí, em se tratando da voz verbal, constatamos que o verbo se encontra na voz ativa. 

No entanto, caso quiséssemos transformá-la para a voz passiva, obteríamos como resultado: 

A questão foi resolvida pelo aluno.
O sujeito agora se representa por “a questão”, o qual agora já não mais é o agente, mas sim paciente. Motivo esse que nos faz inferir que se trata de tal modalidade (voz passiva), fato também constatado quando observamos que o verbo se encontra na forma passiva (“foi resolvida”). 

Mas, afinal, estaria ela expressa na voz passiva analítica ou sintética? Certamente que de acordo com nossos conhecimentos anteriormente adquiridos temos que se trata da voz passiva analítica, formada com o auxílio de um verbo auxiliar conjugado (“foi”), seguido de um verbo transitivo direto ou transitivo direto e indireto, expresso no particípio (“resolvida”). 

Assim sendo, se o sujeito nesse caso é paciente, então quem é o agente? 

Pois bem, o termo “pelo aluno” executa tal função, classificando-se como o agente da passiva, dado o ato de praticar a ação expressa pelo verbo, estando esse na voz passiva. 

Compreendemos, enfim, os traços que caracterizam o objeto de nosso estudo.

Fonte:http://www.portugues.com.br/gramatica/agente-passiva.html

As orações subordinadas adverbiais – não as decore, analise-as

Mediante os conteúdos gramaticais com os quais nos deparamos enquanto aprendizes, há aqueles que, por serem um tanto complexos e extensos, podem porventura causar-nos uma certa repulsa. Tal constatação, às vezes “emerge” sem ao menos estabelecermos contato com o assunto evidenciado, e isso, sem nenhuma dúvida, pode funcionar como um verdadeiro entrave diante da apreensão do conhecimento. 

A título de ilustração da ocorrência mencionada, citamos o caso das orações subordinadas adverbiais. Muitas vezes imaginamos que a melhor alternativa para aprendê-las é simplesmente decorá-las. Eis aí uma concepção errônea e, diante disso, o artigo em questão prioriza algumas elucidações que farão você, caro (a) usuário (a), entender o porquê de tal aspecto. 

Utilizando-se da famosa “decoreba”, mediante a lista das muitas conjunções que as integram, o que normalmente ocorre é rotulá-las, sendo que tal prática permite com que nos preocupemos mais com as nomenclaturas do que com o uso efetivo das estruturas linguísticas, analisadas num dado contexto. Dessa forma, torna-se conveniente que em vez de assim procedermos, passemos a analisá-las de uma forma minuciosa, atendo-nos, principalmente, à situação contextual em que se encontram demarcadas, pois uma mesma conjunção, como por exemplo, o “como”, pode ocupar funções distintas. Assim sendo, analisemos os casos demonstrados a seguir: 

Fizemos a pesquisa como o professor nos orientou.A relação estabelecida pelo conectivo (conjunção) é a de conformidade (Conforme o professor nos orientou, fizemos a pesquisa)

Como o professor não havia nos orientado antes, não pudemos fazer a pesquisa. Constatamos que se trata de um mesmo conectivo, porém retratando a ideia de causa, ou seja, qual a causa de não termos feito a pesquisa?

Os alunos fizeram a pesquisa como os da outra turma. A mesma ocorrência se efetiva, contudo, a relação que aqui se estabelece é a de comparação.
Percebeu as peculiaridades? Então, esteja atento (a) a elas!

Fonte:http://www.portugues.com.br/gramatica/as-oracoes-subordinadas-adverbiais-nao-as-decore-analise-as.html